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Financiamento de imóveis

Mesmo com previsão de alta na Selic, taxas de juros estão favoráveis
08/06/2021

O ano de 2021 começou com a taxa básica de juros, a Selic, em sua mínima história de 2%, o que tornava mais fácil a tomada de crédito. De lá para cá, já aconteceram dois reajustes, sendo o último neste mês de maio, atingindo o patamar de 3,5%. Segundo economistas, a previsão é de novas elevações até o fim do ano. Diante disso, quem está sonhando em comprar a casa própria se pergunta: será que ainda é vantajoso financiar um imóvel nesse cenário?

Para o presidente da CrediHome, plataforma digital de crédito imobiliário, Bruno Gama, a resposta é sim. Ele argumenta que, com juros menores, imóvel financiado hoje tem quase metade do custo de um financiado há cinco anos. E, como as parcelas caíram, pessoas com rendas menores têm a possibilidade de financiar apartamentos mais caros.

 

Entre as linhas de crédito oferecidas pelos bancos, há as pós-fixadas, atreladas a taxas variáveis, como remuneração da poupança ou inflação, e as prefixadas, com taxas iguais do início ao fim do contrato. Como a Taxa Referencial (TR) está zerada desde 2017, algumas instituições consideram os financiamentos regulados por ela como linhas prefixadas. No entanto, isso não garante que a taxa cobrada será a mesma pelos próximos 30 anos.

Na hora de escolher o tipo de financiamento, é preciso considerar as variáveis. Gilson Oliveira, professor do MBA em Finanças do Ibmec/RJ, sugere não optar por linhas condicionadas à poupança ou ao IPCA.

— A inflação vem subindo acima do que o Banco Central esperava, e ele está tendo que elevar a Selic para controlá-la. O risco de contrair uma prestação atrelada à taxa de juros é não saber se vai continuar cabendo no orçamento.



Fonte: Extra